😨😥 Os operários zombavam do filhote de cervo apavorado e o jogaram diretamente no cimento fresco, rindo alto. Mas, no segundo seguinte, aconteceu algo que os fez perceber instantaneamente sua crueldade e se arrepender amargamente do que fizeram.
Parecia-me que aquele dia de trabalho seria igual aos anteriores: barulho, concreto, poeira — estávamos construindo um grande complexo turístico numa zona pitoresca. Eu ia para lá depois das aulas, já acostumado à agitação do canteiro de obras. Mas naquele dia tudo aconteceu de forma diferente.
O filhote de cervo, perdido e assustado, apareceu de repente entre as máquinas. Ele corria de um lado para o outro até que, escorregando, caiu em uma das valas. No momento, estavam ali eu e mais quatro trabalhadores.
Aproximamo-nos imediatamente da borda, observando o pequeno tentar inutilmente sair. Eu comecei a sugerir maneiras de ajudá-lo, mas dois dos nossos — brutos, sempre procurando motivo para uma diversão barata — me empurraram para longe.
Eles riam do animal indefeso e então um deles lançou a ideia monstruosa: “Joga o cimento aí dentro, vamos ver o que acontece.” E eles realmente começaram a fazer isso.
Fiquei paralisado de horror e já ia correr para ligar para o 911 quando, de repente, o ar pareceu se tornar pesado. Algo começou na construção, algo que fez o riso deles desaparecer instantaneamente.
Por entre o barulho das máquinas, ouviu-se um estalo surdo, e eles, empalidecendo, recuaram correndo, entendendo que teriam de pagar pela crueldade cometida.
😨😱 O que aconteceu depois fez com que se arrependessem ainda mais do que poderiam imaginar.
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Mas, um segundo depois, tudo mudou. Uma verdadeira manada de cervos invadiu o canteiro de obras.
Eles correram diretamente na direção dos dois que maltrataram o filhote, e estes, após receberem alguns empurrões fortes, entraram em pânico e pularam para dentro das máquinas.
Os outros cervos corriam pelo canteiro, derrubando ferramentas e criando um caos total.
Eu, vendo o pequeno assustado dentro da vala, pulei lá para tentar protegê-lo. Logo, os cervos adultos cercaram a vala e começaram a andar ao redor, como se nos protegessem.
Percebendo que o tempo estava acabando, ajudei o filhote a sair. Ele correu para a mãe, mas suas pernas estavam cobertas de cimento ainda mole, que poderia endurecer a qualquer momento.
Saí da vala com cuidado e fui até a mangueira de água. Primeiro lavei o cimento das minhas botas, para não assustar os animais. Eles observavam cada um dos meus movimentos. Depois direcionei o jato um pouco para o lado — mostrando que queria ajudar. E a mãe com o filhote se aproximaram, confiando em mim.
Lavei cuidadosamente o cimento das patas e dos lados dele. Quando terminei, o líder da manada se aproximou da máquina onde os culpados estavam escondidos, ficou parado por um momento — como um aviso. Depois a manada se virou e desapareceu na floresta.
E aqueles dois saíram pálidos, tremendo. Eles jamais esquecerão essa lição.
