😨😲Uma jovem de vinte anos começou a namorar um homem com mais de quarenta, mas durante a apresentação à mãe dela aconteceu algo inesperado: a mulher de repente correu para abraçá-lo e começou a chorar… ele era…
Lina, de vinte anos, já namorava Adrian havia seis meses — um homem quase duas vezes mais velho do que ela.
Ela sabia que, em casa, a diferença de idade viraria assunto de discussão, mas Adrian era atencioso, calmo e sabia ouvir de um jeito que nenhum rapaz da idade dela conseguia. “Ele é mais maduro, diferente”, dizia ela às amigas.
Chegou a noite do encontro. Jantar em família. Lina estava nervosa, o coração batendo forte. Adrian parecia confiante e segurava um buquê para a mãe dela.
Eles tocaram a campainha.
A mãe abriu a porta. Sorriu, deu um passo à frente, estendendo a mão para cumprimentar…
E de repente congelou.
O sorriso desapareceu. Os olhos se arregalaram. O rosto empalideceu tão bruscalmente que parecia ter visto um fantasma.
— Mãe?.. — sussurrou Lina, sem entender nada.
A mãe olhava para Adrian como se o passado tivesse invadido sua casa de uma vez. O próprio Adrian também empalideceu e ficou imóvel.
Alguns segundos dolorosos se passaram.
E subitamente a mãe deu um passo à frente e o abraçou com força. Abraçou como quem teme perder de novo.
E começou a chorar. Pesado, silencioso, vindo do fundo da alma.
— Mãe, você… conhece ele? — a voz de Lina tremia.
Adrian deu um passo para trás, as mãos trêmulas.
— Mãe, fala alguma coisa… você está me assustando.
😱😵A mãe inspirou fundo, e seu sussurro soou como se destruísse tudo…
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— Ele… não é quem você pensa.
O silêncio atingiu mais forte que um grito. Lina ficou parada, sem entender para onde aquelas palavras a levavam.
— O que você quer dizer com isso? — sua voz quase sumiu.
A mãe olhou para Adrian — com um olhar cheio de dor, raiva e reconhecimento. Ele não suportou e desviou os olhos.
— Lina… — murmurou ele.
A mãe enxugou as lágrimas, embora as mãos continuassem tremendo.
— Vinte anos atrás, ele desapareceu da minha vida. Sumiu como se nunca tivesse existido. Mas eu nunca esqueci o rosto dele.
Lina sentiu o coração subir à garganta.
— Mãe… você está dizendo que ele…
A mãe assentiu. Lentamente. Pesadamente. Sem desviar o olhar de Adrian.
— Sim. Ele é o seu pai.
O ar pareceu desaparecer. O mundo inclinou. Lina segurou-se na parede, tentando não perder o chão.
Adrian deu um passo na direção dela, mas Lina se afastou num movimento brusco, como se a presença dele causasse dor.
— Não se aproxime — sussurrou.
Ele parou. Baixou a cabeça.
A mãe foi até a filha e a abraçou, embora Lina mal reagisse — ela encarava um ponto fixo, tentando compreender o que acabara de ouvir.
— Eu quis te proteger — disse a mãe baixinho. — Mas o passado nos encontrou de qualquer jeito.
E no corredor estava Adrian — imóvel, esmagado pelo próprio passado, que finalmente o alcançara da pior forma possível.
