O menino decidiu, por travessura, discar um número aleatório, mas a brincadeira acabou no instante em que palavras soaram no fone — palavras que lhe causaram um arrepio na espinha
Histórias Uncategorized

O menino decidiu, por travessura, discar um número aleatório, mas a brincadeira acabou no instante em que palavras soaram no fone — palavras que lhe causaram um arrepio na espinha

😨😱 O menino decidiu, por travessura, discar um número aleatório, mas a brincadeira acabou no instante em que palavras soaram no fone — palavras que lhe causaram um arrepio na espinha.

Mark já estava cansado de contar os minutos até a chegada da mãe e vagava sem rumo pelo pátio da escola.

Para se ocupar, chutou outra pedrinha e de repente percebeu, perto da cerca, um telefone público antigo.

As moedas tilintaram suavemente no bolso, e uma ideia ousada surgiu na sua mente: tentar discar um número aleatório, só por aventura.

Ele se aproximou, levantou o fone e, sem pensar, começou a pressionar os números. As primeiras tentativas resultaram apenas em um sinal seco de erro.

Mas isso só aumentou sua empolgação. Mark digitou outra combinação — e de repente ouviu sinais reais de chamada. Sua garganta secou, as mãos suaram. De repente, tudo deixou de ser brincadeira.

E quando os sinais cessaram, veio um silêncio — assustadoramente denso, como se alguém estivesse muito perto do fone, escutando. Mark quis desligar, mas em vez disso sussurrou:

— Alô…

Do outro lado houve uma pausa, depois uma voz baixa e estranhamente calma, como se a pessoa realmente esperasse por aquele momento:

— Olá, pequeno. Estava esperando a sua ligação.

😨😨 Os dedos do menino gelaram. Ele tinha certeza: não fazia ideia de para quem havia ligado…

Continuação no primeiro comentário 👇👇

Mark mal conseguiu falar algo quando a voz voltou a soar, suave — surpresa, mas incrivelmente calorosa:

— Então, como foi o seu dia, pequeno? Fez a lição de casa? Não passou frio aí?

Mark logo percebeu que o homem o confundia com seu neto.

Havia tanta ternura na voz do idoso que o menino, sem perceber, começou a responder — curto, cauteloso, como se realmente fosse aquela criança.

O idoso perguntava sobre a escola, a caminhada, se ele havia comido. No final, sempre dizia:

— Me liga amanhã, tá? Estou esperando.

Assim, Mark começou a voltar ao telefone todos os dias. Aquela conversa estranha e secreta tornou-se algo importante para ele. Mas um dia o idoso perguntou de repente:

— Diga a verdade… você não é meu neto, é?

Mark ficou paralisado, perdeu o ar e, em pânico, desligou o telefone. À noite contou tudo à mãe — confessou que sentia vergonha e tristeza por o idoso ficar esperando as ligações achando que eram do verdadeiro neto.

A mãe procurou um vizinho policial e logo descobriram o endereço. Quando a porta se abriu, o idoso ergueu o olhar, surpreso.

Mark deu um passo à frente:

— Boa tarde… sou eu.

O idoso sorriu suavemente, como se soltasse um suspiro de alívio:

— Boa tarde. Eu realmente estava esperando por você.