Na aula de inglês, minha professora de repente anunciou para toda a turma que, por mais que eu desejasse, eu não era capaz de escrever aquele teste. Disse que era “inteligente demais para pertencer a mim” e me deu zero por suposta cola
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Na aula de inglês, minha professora de repente anunciou para toda a turma que, por mais que eu desejasse, eu não era capaz de escrever aquele teste. Disse que era “inteligente demais para pertencer a mim” e me deu zero por suposta cola

😲😲Na aula de inglês, minha professora de repente anunciou para toda a turma que, por mais que eu desejasse, eu não era capaz de escrever aquele teste. Disse que era “inteligente demais para pertencer a mim” e me deu zero por suposta cola.

Na aula tudo corria tranquilamente, até que minha professora decidiu transformar tudo em um espetáculo. Ela se aproximou da minha carteira, bateu o caderno com tanta força que toda a turma ouviu, e declarou em voz alta:

— Um teste assim você não poderia ter escrito. Nunca. Nem por acaso.

E ainda acrescentou, com um sorriso venenoso:

— Vou dar zero. Quer reclamar? Inscreva-se nos seminários… se é que vão aceitar você lá.

A turma caiu na gargalhada. Aquele riso me atingia mais forte do que qualquer tapa. Minha garganta se fechou, meus olhos arderam, mas eu peguei o telefone — a única coisa que me impedia de simplesmente fugir dali.

— Mãe, vem até a sala de inglês. Agora — consegui sussurrar.

A professora viu isso e pareceu explodir:

— Ah, é assim! Acha que o diretor vai te acariciar a cabeça quando souber da farsa que você montou? Eu tentei ser gentil, mas, pelo visto, isso não funciona com você. Chama a tua mãe — e eu chamo a direção. Vamos ver quem está certa.

Quando a porta se abriu e a diretora entrou na sala, a risada cessou instantaneamente. Eu fiquei de cabeça baixa, lutando para não chorar, enquanto a professora, de repente doce como mel, fingia que eu era a pior aluna que ela já tinha visto.

A diretora ouviu tudo e disse calmamente:

— Você vai fazer o teste de novo. Agora mesmo.

Eu assenti. Mas assim que comecei a me preparar, a professora sibilou:

— Para você, basta a presença da diretora? Ou devemos esperar até que sua mãe desça do pedestal e se junte aos pobres mortais?

Eu ia responder, mas a diretora fez um gesto:

— Silêncio. Já basta do seu lado.

O resto aconteceu mais rápido do que eu consegui piscar.

— O fato é que a mãe dela…

😨😨😨Depois de algumas frases frias da diretora, a professora praticamente desabou na cadeira, pálida de choque. Começou a balbuciar, se justificar, gaguejar, enquanto a turma… a turma nos observava com uma quietude que eu nunca tinha visto dentro de uma escola.

Continuação — no primeiro comentário.👇👇

A diretora fez uma breve pausa, como se desse tempo à turma para entender o que estava acontecendo, e disse:

— O fato é que a mãe dela… já chegou.

Os alunos se entreolharam — confusos, perdidos, como se procurassem alguém escondido entre as carteiras. A professora congelou, com um sorriso forçado, esperando a entrada de qualquer um… menos de quem já estava ali.

— O responsável está presente — repetiu a diretora. — Porque sou eu.

Um silêncio mortal caiu sobre a sala. Alguém soltou um gritinho de surpresa, outro ficou boquiaberto. A professora murchou como se todo o ar tivesse saído dela.

— Mantive nosso parentesco em segredo — disse a diretora — para que ninguém pensasse em privilégios. Minha filha usa outro sobrenome.

Ela se aproximou da minha carteira:
— Já que a questão da honestidade ficou tão importante, vamos corrigir o teste imediatamente.

Poucos minutos depois, o resultado era óbvio: impecável. De novo.

A diretora virou-se para a professora, sua voz agora de aço:

— Então diga. Na sua opinião, qual seria a decisão disciplinar mais justa… para a escola e para você?