Eu peguei uma mulher numa estrada deserta, mas logo ela começou a me seduzir e sugeriu que parássemos no motel mais próximo. Eu aceitei, sem saber que, em vez de paixão, um pesadelo me esperava
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Eu peguei uma mulher numa estrada deserta, mas logo ela começou a me seduzir e sugeriu que parássemos no motel mais próximo. Eu aceitei, sem saber que, em vez de paixão, um pesadelo me esperava

Eu peguei uma mulher numa estrada deserta, mas logo ela começou a me seduzir e sugeriu que parássemos no motel mais próximo. Eu aceitei, sem saber que, em vez de paixão, um pesadelo me esperava. 😨😱

Eu dirigia por uma estrada escura quando, à luz dos faróis, vi sua silhueta fina parada num ponto de ônibus vazio. Não havia ninguém por perto, apenas o vento levantando poeira no acostamento. Diminui a velocidade, embora normalmente eu não faça isso.

Ela se apresentou como Nicole. Disse que pegou o ônibus errado, que a última viagem já tinha partido e que a bateria do celular estava quase zerada.

Havia confusão em sua voz, e a princípio eu só via uma garota assustada. Ofereci carona, aumentei o aquecedor e tentei fazer uma piada para aliviar o clima.

Mas, depois de um tempo, senti uma mudança. Nicole começou a me olhar mais pelo espelho, ajeitava o cabelo lentamente, mantinha o olhar por tempo demais. Seu sorriso ganhou algo brincalhão, quase provocador.

— Fico sem graça — disse ela suavemente. — Não gosto de me sentir em dívida.

Fiz pouco caso, dizendo que não era nada demais. Mas ela se aproximou mais, sua voz ficou mais baixa.

— Talvez eu possa agradecer de outra forma? Não gosto de dever favores. No próximo cruzamento tem um motel pequeno e aconchegante…

Meu coração acelerou. Eu era um homem livre, não devia nada a ninguém. E ela era incrivelmente atraente.

Senti tudo se misturar dentro de mim — o bom senso e a tentação repentina — mas acabei cedendo ao seu encanto.

😨😨 Se eu soubesse que, meia hora depois, não seria o abraço apaixonado dela que me esperava, mas algo para o qual eu não estava preparado — e que transformaria aquele dia no mais terrível da minha vida.

Continuação no primeiro comentário. 👇👇

Virei no cruzamento, como ela disse. O letreiro de neon do motel piscava na escuridão, o estacionamento parecia quase vazio.

Nicole disse o número do quarto com segurança, foi até a recepção e fez o registro rapidamente — naquela hora eu até me surpreendi com a facilidade com que ela resolvia tudo.

Subimos. Ela ria como se tudo fosse apenas uma aventura leve, sem consequências. Abri a porta, dei um passo para dentro… e naquele instante tudo desmoronou.

A porta bateu bruscamente atrás de mim. Dois homens entraram no quarto — fortes, com olhares frios. Um me empurrou no peito, o outro torceu meus braços. Tudo aconteceu em segundos, sem gritos ou palavras desnecessárias, como se fosse um plano ensaiado há muito tempo.

Nicole já não sorria para mim como no carro. Ficou de lado, calma e distante, como se eu fosse apenas mais um item na lista.

Levaram meu dinheiro, relógio, celular, as chaves do caminhão. Um golpe na nuca — e a escuridão me envolveu.

Acordei depois no estacionamento vazio. Sem carro, sem ela, sem os dois homens.

Só então entendi que tinha sido vítima de uma armadilha banal, mas perfeitamente executada. E aquela curva no cruzamento se tornou a mais fatal da minha vida.

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