😵😮Ela era uma esposa contratada: sem sentimentos e sem compromissos, criando a ilusão de felicidade familiar para os parentes de homens que temiam um casamento verdadeiro. Depois de dez anos, ela aceitou seu último pedido bem pago — incomum, sem o nome do cliente ou biografia, com apenas uma condição estranha…
Ela era uma esposa por dinheiro: sem sentimentos, sem obrigações, apenas uma convincente ilusão de felicidade familiar para homens que não queriam um casamento de verdade, mas temiam desapontar seus familiares.
Ela se casava quase todos os dias — com facilidade, como se fosse parte de seu ritual matinal. No dia seguinte, pedia o divórcio, e ninguém questionava.
Suas caixinhas estavam cheias de anéis e joias — agradecimentos por sua atuação impecável.
Seu talento de atriz tinha efeito quase mágico: muitos pais gravemente doentes partiam da vida em paz, observando seu sorriso suave e sua educação impecável.
Mas quanto mais clientes ela tinha, mais os funcionários do cartório começavam a reconhecê-la, e ela precisou levar o negócio para o exterior.
Lá, sua reputação só cresceu — um dia, até um príncipe africano recorreu aos seus serviços.
😨😯Depois de dez anos desse estilo de vida, ela decidiu encerrar a carreira. Mais um pedido — o último.
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Mas ele imediatamente se destacou dos anteriores: o cliente não informou o nome, não enviou biografia, apenas uma fotografia. O pagamento era enorme, mas com uma condição…
O homem estabeleceu logo a regra: o casamento fictício deveria durar pelo menos um ano. Um jantar obrigatório por semana.
Ele cozinhava como se tivesse passado a vida inteira como chef: aromas delicados de especiarias, carne perfeitamente preparada, entradas refinadas.
Mas quase não falava. Durante todo o ano, trocaram no máximo cinquenta palavras — frases curtas, como se economizasse cada letra.
Quanto menos ele falava, mais ela sentia que por trás daquele silêncio havia algo muito maior do que simples reserva.
Às vezes, parecia que ele a observava não como esposa contratada, mas como alguém que conhecia há muito… ou deveria conhecer.
Quando o prazo do “casamento” terminou, ele a convidou para o jantar final. Na mesa já estava sua comida favorita, embora ela nunca tivesse contado a ele.
Ele levantou os olhos silenciosamente e falou pela primeira vez:
“Agora você está pronta para descobrir quem eu realmente sou?”
Ela congelou, sem esperar ouvir aquelas palavras. Seu olhar era incomumente suave, quase vulnerável. Ele se levantou lentamente, aproximou-se dela e retirou o anel que usara o ano inteiro — simples, mas perfeitamente lapidado.
“Todo esse tempo eu não estava testando você, mas a mim mesmo — disse ele suavemente. — E percebi que quero que seja real. Não um contrato, não uma ficção… mas a nossa vida juntos.”
Ele estendeu o anel para ela. Ela sentiu um calor se espalhar pelo peito: aquela mulher que há anos encenava casamentos alheios, pela primeira vez, estava diante de uma escolha verdadeira.
“Você quer se casar comigo?” — perguntou ele.
E desta vez, o silêncio estava cheio de sentido, não de distância.
