“Diversão demais” levou meu marido e a amante dele direto para a UTI — e ele ainda pagou tudo com o meu cartão
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“Diversão demais” levou meu marido e a amante dele direto para a UTI — e ele ainda pagou tudo com o meu cartão

😨😨“Diversão demais” levou meu marido e a amante dele direto para a UTI — e ele ainda pagou tudo com o meu cartão. Mas quando o médico anunciou o diagnóstico para os dois, era algo pior do que a traição e o valor retirado da minha conta.

O telefone tocou às duas da manhã.
Achei que fosse engano. Quem liga a essa hora? Mas quando ouvi as palavras “emergência” e “seu marido”, minhas mãos ficaram geladas.

— Senhora Bennet? Aqui é do Hospital São Lucas. Seu marido, Alexander Bennet, foi internado esta noite. Pedimos que venha imediatamente.

O carro atravessava as ruas desertas, e na minha mente ecoavam apenas três palavras: acidente? infarto? morte?
Mas a verdade era mais suja do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar.

No quarto, eu o vi — pálido, confuso… e ao lado dele, uma mulher. Olivia. Aquela de quem eu já tinha ouvido sussurros atrás das costas. Maquiagem borrada, blusa desabotoada, olhar culpado.

— Ambos chegaram com fortes dores abdominais, — disse a enfermeira com calma. — Provavelmente causadas por… exaustão.

Ele nem me olhou. E quando descobri que tinha pago pela “aventura romântica” com meu cartão, o sangue ferveu em minhas veias.

Eu já estava prestes a sair quando o médico apareceu.
— Senhora Bennet, acho melhor a senhora ficar. É sobre o diagnóstico… Ambos os pacientes precisam ouvir.

Foi aí que o verdadeiro drama começou.

😲😱O médico puxou a cortina, pigarreou e anunciou uma notícia que fez Alexander e Olivia chorarem.
Uma notícia que eu jamais teria imaginado, nem no pior pesadelo…

Continuação nos comentários. 👇👇

— Fizemos os exames, — disse o médico, evitando nossos olhares. — Ambos os pacientes têm uma intoxicação alimentar grave. Mas há mais uma coisa…

Olivia soluçou, Alexander ficou ainda mais pálido.
— Encontramos vestígios de uma substância rara usada em… estimulantes. Aparentemente, o produto era falsificado. Seus corações poderiam simplesmente ter parado, — acrescentou o médico secamente. — Sinceramente, vocês têm sorte de estarem vivos.

O quarto se encheu de um silêncio pesado.
Fiquei imóvel, sentindo algo dentro de mim congelar a cada segundo.
Ele — meu marido, o pai dos meus filhos — havia arriscado a vida por lábios alheios e um prazer barato.

— Obrigada, doutor, — disse baixinho. — Acho que o tratamento não é apenas para o corpo, mas também para a consciência.

Alexander tentou dizer algo, mas levantei a mão.
— Não se incomode. Você já pagou — com o meu cartão, minha confiança, minha vida.

Virei-me e saí sem olhar para trás.
Atrás de mim — soluços, portas batendo, vozes de enfermeiras.

À minha frente — a noite fria, a liberdade e o silêncio.
Desta vez — meus.