😱😨Meu amigo e eu fomos mergulhar em um local inexplorado e, de repente, diante de nós abriu-se uma visão arrepiante — um navio gigantesco, cheio de carros andar por andar. Quando nos aproximamos e vimos o que se escondia no interior, simplesmente ficamos paralisados de choque.
Meu amigo e eu temos um hobby há muito tempo — mergulho — aquela mistura de liberdade, silêncio e um pouco de adrenalina. Mas naquele dia, algo nos atraía mais profundamente do que o habitual.
Deslizávamos ao longo das rochas, apreciando a tranquilidade, até que, de repente, a água ao nosso redor mudou — tornou-se mais densa, mais fria.
E de repente, diante de nós, como surgindo do abismo azul, começou a aparecer uma silhueta. No início, pensamos que era apenas um naufrágio… mas quanto mais nos aproximávamos, mais ficávamos paralisados.
Diante de nós estava um navio gigante. Um verdadeiro colosso subaquático, cheio de carros andar por andar. Estavam tão organizados que parecia que alguém os tinha colocado lá apenas ontem.
Mas os carros estavam corroídos pelo sal, cobertos de musgo e algas.
Um arrepio percorreu-me, como se a água tivesse penetrado debaixo da pele. Meu amigo tocou meu ombro e perguntou apenas com os olhos: “Você também está vendo isso?”
Não podíamos voltar atrás. O medo batia em nossos peitos, mas algo mais forte — uma curiosidade ardente, quase dolorosa — nos empurrava para frente.
😨😨Quando mergulhamos sob o primeiro andar de carros e a luz das lanternas revelou o que se escondia lá dentro… literalmente fiquei sem fôlego.
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Deslizamos cuidadosamente para dentro, passando entre colunas enferrujadas, como se entrássemos em um templo há muito esquecido pelo mar. A luz das lanternas saltava sobre as paredes metálicas e, de repente, em uma das placas que bloqueavam o caminho, notei algo… uma inscrição.
No início, as letras pareciam borradas — a água salgada corroeu o metal durante anos. Mas passo a passo, ao nos aproximarmos, ambos ofegamos ao mesmo tempo.
No casco, sob uma camada de ferrugem e algas, aparecia claramente o nome:
FELICITY ACE
Um arrepio percorreu minhas costas tão forte que nem o traje me protegeu. Conhecíamos esse nome. O mundo inteiro o conhecia.
O gigante de carga, desaparecido em 2022 em um incêndio perto dos Açores… quase 4.000 carros de luxo — Porsche, Audi, Bentley, Lamborghini — queimaram e afundaram com o navio, tornando-se um dos desastres marítimos mais estranhos e caros do século.
E agora estávamos diante dele. Real. Irreal.
Como se tivéssemos tocado uma lenda.
Nadamos mais adiante, entre andares de luxo queimado, até que o silêncio de repente mudou… denso demais, vivo demais.
Trocamos um olhar rápido — mistura de medo, admiração e aquela sensação estranha de estar na fronteira do permitido.
Ligamos as câmeras. A luz brilhou mais forte, refletindo nas carrocerias carbonizadas, e senti tudo dentro de mim virar — não estávamos apenas filmando imagens, estávamos filmando uma história que o mundo acreditava perdida para sempre.


